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Sentia que tu não tinhas interesses pelo que eu dizia, assim, minhas palavras foram se calando e meu bom humor não é nada mais que disfarce para algo que está gritando dentro de mim, mas, que não permito deixa-lo sair, ninguém precisa me conhecer obscuramente, também ninguém se importa...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

   Minha liberdade é intangível. Talvez, no fundo, cada homem seja livre.
   Alma insurgente pairando no ar,coração encontra-se emaranhado,nostalgiado, e não consigo encontrar livre-arbítrio em como a humanidade vive. Nasci pré-meditada a atualizar “programas” instalados em mim – chamam-no de características – talvez não seja injusto.
   Meu momento é a lágrima, a solidão, a descrença. Em um mergulho profundo nas águas da vida, me vejo totalmente presa as frustrações antigas, mágoas desconhecidas, e beijo minha alma e me afogo em devaneios, choros, sentimentos mal resolvidos.
  Sofrer é meu instante, não conheço mais a arte de ser feliz, a janela da minha alma está escura e a ventania não me deixa respirar, só vejo um jardim seco, tudo parece tão morto.
  O único sentimento que me toma,são os devaneios, saudades de um tempo – não me lembro qual – que fui feliz,e poder  ver nos olhos de “Romeu” o brilho de minha presença.
  Apenas passado, apenas mágoas da saudade.
Alma insurgente, coração emaranhado.

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