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Sentia que tu não tinhas interesses pelo que eu dizia, assim, minhas palavras foram se calando e meu bom humor não é nada mais que disfarce para algo que está gritando dentro de mim, mas, que não permito deixa-lo sair, ninguém precisa me conhecer obscuramente, também ninguém se importa...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O voo sonhado

Se acabou... o jeito pra tanta dor é dar tempo ao tempo.


Buscar dentro de nós um sentimento que nos dê força para viver é um pouco demodê. Mas, talvez seja esses sentimentos que nos ajudem a seguir em frente.
Quando revelamos a nós mesmos um sentimento, é tão difícil dosa-lo, ou saber se será recíproco, a única coisa que podemos fazer, é ter esperança de que um dia seja mútuo aquilo que dentro de nós cresce tão belamente.
O voo tão sonhado, as lágrimas que pelo caminho foram derramadas, mas, que com muito esforço você conseguiu seca-las, sozinha, não ouviu nem um: você me faz tão bem, mas, como uma boa menina, manteve a calma e ergueu a cabeça e seguiu em frente.
O voo se torna térreo quando se procura aquele olhar e não se encontrar. Doce gosto da alma, que outrora tão bonita, agora se torna obscura e tem gosto amargo. Solidão, sabe quando existem milhões de pessoas a sua volta e você não vê ninguém? e ninguém o vê.
Doce encanto da menina, que em seus sonhos sempre buscou seu olhar e só queria ouvir o som breve de três palavras: eu amo você, mas ao invés disso, ouviu somente o ruído da solidão a prendendo entre suas teias de aranhas, de forma tão firme, que desprender-se, se tornara de certa forma impossível. 
Sem perceber, deixou suas ideias emaranhadas, o coração frio, a cabeça pensando sempre no amanhã...
 Talvez não soube como alçar seu voo, talvez não soube, pois, nunca teve ajuda. Só o tempo irá dizer, como será despida deste sentimento tão triste que é a solidão.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mágoas antigas, sentimentos recentes!



   Falar dela era tão calmo e tão sereno, mas vê-la e contigo talvez me trouxe algo que há tanto me perseguiu. O medo de amar me assombra, eu certamente não posso está amando você, não seria justo, há quatro anos que você vive no meu mundo, mas nunca antes com tanta força e necessidade de está a todo momento.

Vê-la contigo fez-me desafiar novamente antigas mágoas.
Nunca havia sentido você tão forte aqui dentro.

   Diz que não abre mão de mim, mas não seria tão mais fácil para ambos, o fim antes de tanto envolvimento? Talvez fosse mais fácil para mim, talvez posso ser seu brinquedinho, o tratei assim por muito, mas veja hoje em que enrascada eu mesma me coloquei, talvez tivesse me precipitado em algo, talvez sim, talvez não.

   Difícil descobrir em mim novos sentimentos e quando descobertos, o medo me faz desistir tão facilmente de mim mesma. Cansada de lágrimas, sentimentos mal resolvidos, como dizem, eu mesma construir isso pra mim, eu mesma busquei felicidade onde não era o melhor lugar, talvez sim, o melhor lugar, mas o mais triste nos finais das contas, não me pertence e jamais chegará a pertencer.

   Mundos tão diferentes se cruzaram de forma tão normal e parecia que somente seria isso. Quatro anos, mil e quatrocentos e sessenta dias, oitenta e sete mil e seiscentos minutos, Cinco milhões e duzentos e cinquenta e seis mil segundos que você faz parte da minha vida, e eu levei somente três dias, setenta e duas horas, quatro mil trezentos e vinte minutos, duzentos e cinquenta e nove mil e duzentos segundos, para descobrir que não consigo tirar você da minha cabeça. Mas lamento agora já é o momento de partir.