Falar dela era tão calmo e tão sereno, mas vê-la e contigo talvez me trouxe algo que há tanto me perseguiu. O medo de amar me assombra, eu certamente não posso está amando você, não seria justo, há quatro anos que você vive no meu mundo, mas nunca antes com tanta força e necessidade de está a todo momento.
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| Vê-la contigo fez-me desafiar novamente antigas mágoas. Nunca havia sentido você tão forte aqui dentro. |
Diz que não abre mão de mim, mas não seria tão mais fácil para ambos, o fim antes de tanto envolvimento? Talvez fosse mais fácil para mim, talvez posso ser seu brinquedinho, o tratei assim por muito, mas veja hoje em que enrascada eu mesma me coloquei, talvez tivesse me precipitado em algo, talvez sim, talvez não.
Difícil descobrir em mim novos sentimentos e quando descobertos, o medo me faz desistir tão facilmente de mim mesma. Cansada de lágrimas, sentimentos mal resolvidos, como dizem, eu mesma construir isso pra mim, eu mesma busquei felicidade onde não era o melhor lugar, talvez sim, o melhor lugar, mas o mais triste nos finais das contas, não me pertence e jamais chegará a pertencer.
Mundos tão diferentes se cruzaram de forma tão normal e parecia que somente seria isso. Quatro anos, mil e quatrocentos e sessenta dias, oitenta e sete mil e seiscentos minutos, Cinco milhões e duzentos e cinquenta e seis mil segundos que você faz parte da minha vida, e eu levei somente três dias, setenta e duas horas, quatro mil trezentos e vinte minutos, duzentos e cinquenta e nove mil e duzentos segundos, para descobrir que não consigo tirar você da minha cabeça. Mas lamento agora já é o momento de partir.

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