Seguidores

Sentia que tu não tinhas interesses pelo que eu dizia, assim, minhas palavras foram se calando e meu bom humor não é nada mais que disfarce para algo que está gritando dentro de mim, mas, que não permito deixa-lo sair, ninguém precisa me conhecer obscuramente, também ninguém se importa...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Não sei mais o que pensar.


Há um tempo eu tinha total certeza de cada passo e cada palavra que saia de minha boca e era exposta sobre este terreno tão imundo.
Aprendi com os meus mestres a ser superior a qualquer injustiça governamental, a ser questionadora e dona do meu próprio destino. Tinha uma certeza incondicional, um desejo de crescer e fazer com que todas as injustiças do mundo se findassem diante de um novo tempo, não conseguia entender o porquê os adultos simplesmente não esqueciam aquilo, não entendia o porquê a economia era tão importante para um país, às vezes até mais que o seu próprio povo. A cada dia que passa, sinto como se fosse escarrado em minha face o descaso, a falta de respeito com o cidadão.
Dizer o que penso me custou muita coisa, a hipocrisia do ser humano ultrapassa barreiras mais fortes do que as barreiras físicas criadas para conter pensamentos opostos. Criar crianças em uma atmosfera “democrática”, onde eles serão “obrigados” a se vestirem como seus ditos colegas, serão “obrigados” a arrumar seu cabelo, “obrigados” a seguirem religiosamente hipocrisias, a estancar uma ferida com nosso próprio sangue, serão obrigados a votar sem mesmo saber o que estão fazendo.
A saúde é frágil, a educação é deseducada, o transporte é insuficiente, mas os juros são altos, os políticos são ricos... E eu aqui, já notando que o mundo é moldado pelo lado mais forte, ou não, moldado pelo lado mais esperto. E agora, o que fazer? Também não sei... ¬¬


Nenhum comentário:

Postar um comentário